terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

ALVES DE MACEDO

DESCENDÊNCIA
Pais de Ana Alves de Macedo
Avós de João Pinheiro Torres
Bisavós de Cândida Pinheiro Torres
Terceiros Avós de Augusta Pinheiro Nogueira
Quartos Avós de Alzira Nogueira Reis
Quintos Avós de José Bento Vieira Ferreira
Sextos Avós de Anamaria Nunes Vieira Ferreira

1. DOMINGOS ALVES DE MACEDO. Sargento Mor. Nascido por volta de 1719, na Freguesia de São João do Concieiro, Comarca de Viana, Arcebispado de Braga.

O senhor Domingos Alves de Macedo e Dona Ana Mariz passaram a residir no Arraial da Piedade, tão logo foi ele fundado. No Arquivo Paroquial de Minas Novas, há um batizado realizado em 1745, de um filho seu cujo padrinho é o tenente, na época, Domingos de Abreu Vieira, o Inconfidente.

Domingos Alves de Macedo era natural da Freguesia de São João do Concieiro, Arcebispado de Braga, (a mesma terra natal, portanto, de Domingos de Abreu Vieira), onde nasceu por volta de 1719.

Filho de pai de igual nome e de Dona Joana Micaela de Jesus, neto paterno de Manuel Antonio e de Dona Teresa Maria, e neto materno de João Álvares e de Dona Maria Donvirgem.

Genealogia Norte Mineira
Valdivino Pereira Ferreira

Filho de Domingos de Macedo e Joana Micaela de Jesus. Neto paterno de Manuel Antônio e Teresa Maria. Neto materno de João Álvares e Maria Donvirgem.

Os mais antigos que eu encontrei:

Manuel Alves de Macedo
2/12/1693
Registo Geral de Mercês de D. Pedro II, liv. 8, fl.136v.
Alvará. Foro de Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Bartolomeu de Macedo.

Manuel Alves de Macedo
Autos de habilitação de Joana Baptista de Macedo, casada com Manuel Alves de Azevedo, filha legitimada de Domingos Baptista de Macedo e de Domingas Gonçalves, natural da freguesia de São João Baptista de Paradela, termo de Montalegre.
1795
Feitos Findos, Juízo da Índia e Mina, Justificações Ultramarinas, Brasil, mç. 215, n.º 11
A habilitante pretende receber como única herdeira, a herança deixada por seu tio paterno João Baptista de Macedo, filho de João Baptista de Macedo e de Maria Martins, natural de Paradela e falecido em Vila Rica do Ouro Preto.

Em 1730 já residia em Turmalina

Em 1730 já estavam residindo na Fazenda Piedade da Água Suja o Alferes Antônio Godinho da Silva Manso Júnior, o Sargento mor Domingos Alves de Macedo e o cabo de tropa João Soares de Araújo. São esses os primitivos fundadores da povoação que veio a se tornar o Arraial de Nossa Senhora da Piedade de São Pedro dos Fanados das Minas Novas do Bonsucesso do Araçuaí.

Em 1734, os primitivos moradores, chefiados pelo Alferes Antônio Godinho, solicitaram ao Arcebispo baiano a autorização para a construção do primeiro orago da povoação, em honra da Virgem da Piedade, padroeira da fazenda. A capela foi construída entre 1735 e 1736, e benzida em 1º de janeiro de 1737, pelo padre Pedro Rodrigues Machado, pároco de São Pedro do Fanado.
Eis o documento: "Dizem o Sargento mor Antônio Godinho da Silva Manso e tenente Domingos Alves de Macedo que residem a mais de três léguas da Matriz de São Pedro dos Fanados que está na vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso, e como bons cristãos e fiéis cumpridores das leis da Santa Igreja de Roma vem rogar a vossa excelência reverendíssima que Deus guarde e proteja, para o bom mister da santa religião Católica romana, seja concedido levantar na povoação em que habitam e tem o nome de Piedade da Água Suja, por dito sargento mor possuir em seu sítio de morada pequena ermida com a imagem de Nossa Senhora da Piedade, uma capela para o culto a mãe de Deus que se ornará as custas dos ditos suplicantes. Fazenda da Piedade da Água Suja, 31 de janeiro de 1734".

Tão logo a autorização foi dada, os moradores começaram as obras. A começar pela medição dos terrenos. Veja o documento: "Certifico que, em fé do cargo que ocupo, e por despacho, fui medir no arrayal de Nossa Senhora da Piedade os terrenos concedidos pelo sargento mor Antonio Godinho da Silva para a construção da capela de Nossa Senhora da Piedade Mãe de Deos, os quais medi 38 braças para cada lado, que vem a ser 76 braças de largura; aonde chegarão as ditas braças lhe puz 2 marcos de pedra, em cada hum lhe puzerão 5 pedras mais pequenas para que sirvam de testemunhas da dita arruação e por ser pedida passo a presente certidão. Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso, 12 de setembro de 1735. Joaquim Pereira dos Santos (arruador e medidor do Conselho desta vila do Bom Sucesso)".

Os documentos se acham em maços avulsos no
Arquivo Municipal de Minas Novas – MG.

Considerando o mesmo local de nascimento de Domingos de Abreu Vieira, o Inconfidente, e de Domingos Alves de Macedo, e os laços de compadrio, é razoável que fossem parentes:

Torre do Tombo
Domingos de Abreu Vieira
20/11/1770.
Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.23, fl.530.
Carta de Confirmação.
Capitão da Companhia do Distrito do Arraial de Água Suja das Minas Novas.

A Homenagem ao Escravo Nicolau
Domingos de Abreu – Tenente Coronel da Cavalaria Auxiliar. Era português, nascido em 1720, e negociante em Vila Rica, contratador dos dízimos na época da conjuração, tendo anteriormente residido em Minas Novas. Seu martírio recorda um dos fatos mais comoventes e admiráveis na história da abnegação humana: o sacrifício voluntário do preto Nicolao, seu escravo. Condoído da situação desgraçada de seu senhor – preso, septuagenário e alquebrado – Nicolao pediu, rogou e obteve ser metido com ele no cárcere, onde padeceu durante anos como seu velho senhor, e ainda o acompanhou no desterro africano e, como Domingos de Abreu Vieira, no desterro também morreu, mártir obscuro de sua dedicação sublime.

Nas páginas da nossa história – auréola esplêndida radiará perene sobre a fronte desse negro, de alma tão nobre e tão grande como a desventura de sua raça! Nicolau merece realmente figurar entre as vítimas da inolvidável Inconfidência, que foi um grandioso empenho do espírito, porém, antes de tudo, um potente e irreprimível impulso do coração.

Efemérides Mineiras
José Pedro Xavier da Veiga

Casado, por volta de 1750, com ANA MARIZ. De apelido Sinh´Anna. Nascida e batizada na Sé da Bahia, em 29 de Julho de 1724.

Sua bisneta dizia ela ter nascido em 29 de Julho de 1724, e por causa da proximidade da festa de Santa Ana recebeu esse nome, conforme dizia a nós, sua neta Cecília Godinho de Paula, nossa avó materna.

Genealogia Norte Mineira
Valdivino Pereira Ferreira

Filha de Pedro Leolino Mariz e de Bernarda Mariz de Olivença

Foram Pais de:

2.1 Antonio Alves de Macedo. Solteiro.

2.2 Domingos Alves de Macedo Jr. Em 4 de Março de 1861, em Angra dos Reis, assinou petição de recurso em protesto pela supressão de João Pedro de Almeida do rol de eleitores. É possível que fosse Provedor da Santa Casa de Angra: A Santa Casa de Angra: (notas históricas).‎ Página 110 de Alípio Mendes – 1972. ... Manuel Joaquim de Bulhões Dias, Francisco Pereira Peixoto Guimarães, Manuel
Joaquim Ribeiro, Domingos Alves de Macedo e Joaquim Procópio de Figueiredo. Casado com Dona Joana Antunes da Rocha, filha do Sargento Mor João Meira da Rocha e Dona Francisca Antunes, que obtiveram sesmaria do Imperador Dom João V, em 1732, nas margens esquerdas do rio Araçuaí e Itamarandiba. Com Geração.

2.3 João Alves de Macedo.

2.4 Jacinta Alves de Macedo.

2.5 Teresa Alves de Macedo.

2.6 Francisco Alves de Macedo.

2.7 Ana Alves de Macedo, que segue.

2.8 Emerenciana Alves de Macedo. Mas enfim, como disse, apareceu livros da paróquia que andavam sumidos. Por eles estou desvendando minha origem e confirmando as suas. Vejo que por eles que Ana Alves de Macedo, também citada como Ana Rosa de Macedo, avó paterna de Candixa, é irmã de Emerenciana Alves de Macedo, minha tetravó (casada com José Leonardo Faria da Rocha e pais de meu trisavô José Leonardo da Rocha). A tradição dizia que José Leonardo da Rocha era filho de Manuel Leonardo e Senhora de Melo Franco. Errado, era irmão mais velho, e moravam na mesma casa, por isso a confusão. Emerenciana era chamada de Pinheiro Torres, decerto por ser irmã da ANNA do FRANCISCO PINHEIRO TORRES. Mulher carregava a ascendência do marido - passaram a chama-la de ANNA PINHEIRO TORRES, e por confusão a irmã EMERENCIANA ALVES DE MACEDO também com o apelido. Confirmada também a filiação delas: Cap. Domingos Álvares (Alves) de Macedo e Anna Luiza de Olivença, bisnetos ambos dos fundadores de Turmalina: Domingos de Macedo Guimarães e Sargento-mor Antônio Godinho da Silva Manso. (Valdivino Pereira Ferreira) Casada com José Leonardo Faria da Rocha.

2.8 Maria Alves de Macedo. Casada com o Capitão Feliciano José de Castro, Presidente da Câmara de Minas Novas, nascido em 19 de Março de 1779 e falecido em 18 de Setembro de 1854. Com Geração.

2. ANA ALVES DE MACEDO casada com FRANCISCO PINHEIRO TORRES, Patriarcas da 3ª Geração da Família Pinheiro Torres.

2 comentários:

  1. Boa tarde, nesse seu post reparei na referencia a Francisco Pereira Peixoto Guimarães. Estando eu a recolher informação sobre esse meu conterrâneo que nasceu em Jugueiros - Portugal e emigrou para Angra dos Reis em 1838 , gostaria de saber quais as informações que eventualmente possua e me possa transmitir, nomeadamente a que se encontra no livro A Santa Casa de Angra: (notas históricas), de Alípio Mendes e que refere no seu texto. Obrigado

    Pascal de Moura Pereira

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  2. Eu Rene Mares, mãe Ruth Mares, avô Edson Mares Filho, bisavô Edson Mares, trisavô Cândido Mares, pentavô Ismael José Leolino Mares, patriarca Pedro Leolino Mariz, bacana saber desse outro lado da família, abraços... e-mail para contato rochestermares111@gmail.com

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